terça-feira, 18 de novembro de 2014

Luiz Marquart's invitation is awaiting your response

 
 
Luiz Marquart would like to connect on LinkedIn. How would you like to respond?
Luiz Marquart
Luiz Marquart
Controller at Implacil De Bortoli
Confirm you know Luiz
You received an invitation to connect. LinkedIn will use your email address to make suggestions to our members in features like People You May Know. Unsubscribe
If you need assistance or have questions, please contact LinkedIn Customer Service.
© 2014, LinkedIn Corporation. 2029 Stierlin Ct. Mountain View, CA 94043, USA

domingo, 16 de novembro de 2014

I'd like to add you to my professional network on LinkedIn

 
Luiz Marquart
Luiz Marquart
luizjose@uol.com.br
São Paulo Area, Brazil
I'd like to include you in my network to share updates and stay in touch.
- Luiz
Confirm that you know Luiz
You received an invitation to connect. LinkedIn will use your email address to make suggestions to our members in features like People You May Know. Unsubscribe
Learn why we included this.
If you need assistance or have questions, please contact LinkedIn Customer Service.
© 2014, LinkedIn Corporation. 2029 Stierlin Ct. Mountain View, CA 94043, USA

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

1° Caso de EBOLA em New York

http://mobile.nytimes.com/2014/10/25/nyregion/new-york-ebola-case-craig-spencer.html?emc=edit_na_20141024&nlid=33065318&_r=0&referrer=

terça-feira, 14 de outubro de 2014

The Age of Vulnerability by Joseph E. Stiglitz - Project Syndicate - A Era da Vunnerabilidade (sociedade americana em especial)

The Age of Vulnerability by Joseph E. Stiglitz - Project Syndicate

Artigo do economista e nobel Joseph E. Stiglitz apresenta a atual fase da economia americana como a era da vulnerabilidade em especial para os mais pobres. Coloca a ascensão social como um mito ao contrário da vulnerabilidade dos mais pobres como uma realidade. Qualquer imprevisto como doença na família fará com que fiquem ainda mais pobres.

Boa leitura. 

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

On Being the Remnant :: Perspective Digest

On Being the Remnant :: Perspective Digest

Artigo para leitura e reflexão sobre o papel da igreja como povo remanescente. Texto do estudo:

"Being the biblical remnant is not a possession or badge of honor to boast of, but responsibility, service, and mission."

domingo, 27 de julho de 2014

sábado, 7 de junho de 2014

CAPITAL IN THE TWENTY-FIRST CENTURY - DISTRIBUIÇÃO DESIGUAL DA RIQUEZA - A REAL ORIGEM E O FINAL

Não explore os pobres por serem pobres, nem oprima os necessitados no tribunal, Provérbios 22:22
Sempre haverá pobres na terra. Portanto, eu lhe ordeno que abra o coração para o seu irmão israelita, tanto para o pobre como para o necessitado de sua terra. Deuteronômio 15:11

Quem fecha os ouvidos ao clamor dos pobres também clamará e não terá resposta. Provérbios 21:13  
Aquele que oprime o pobre com isso despreza o seu Criador, mas quem ao necessitado trata com bondade honra a Deus. Provérbios 14:31
Quem zomba dos pobres mostra desprezo pelo Criador deles; quem se alegra com a desgraça não ficará sem castigo. Provérbios 17:5
Você diz: Estou rico, adquiri riquezas e não preciso de nada. Não reconhece, porém, que é miserável, digno de compaixão, pobre, cego e que está nu. Apocalipse 3:17
Também obrigou todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, a receberem certa marca na mão direita ou na testa, Apocalipse 13:16

Tiago 5:1-6

1 Ouçam agora vocês, ricos! Chorem e lamentem-se, tendo em vista a miséria que lhes sobrevirá.
2 A riqueza de vocês apodreceu, e as traças corroeram as suas roupas.
3 O ouro e a prata de vocês enferrujaram, e a ferrugem deles testemunhará contra vocês e como fogo lhes devorará a carne. Vocês acumularam bens nestes últimos dias.
4 Vejam, o salário dos trabalhadores que ceifaram os seus campos, e que por vocês foi retido com fraude, está clamando contra vocês. O lamento dos ceifeiros chegou aos ouvidos do Senhor dos Exércitos.
5 Vocês viveram luxuosamente na terra, desfrutando prazeres, e fartaram-se de comida em dia de abate.
6 Vocês têm condenado e matado o justo, sem que ele ofereça resistência.

Estes versos bíblicos são bem conhecidos. Arrazoam a respeitos do relacionamento entre pobres e ricos. Diversos textos condenam os ricos que oprimem os pobres e os mal-tratam. A exploração dos pobres pelos ricos e injustiças desse tipo são condenadas na Bíblia, apesar de constatar ser esta uma realidade com diferentes nuances ao longo da história da humanidade relatadas nos textos bíblicos. Vide conselhos a respeito dos escravos que são inaceitáveis no mundo moderno, porém existem em muitos países ainda hoje.

Recentemente foi lançado o livro 'Capital in the Twenty-Fist Century' do economista Thomas Piketty. Esta obra está alcançado volumes de venda muito expressivos, especialmente por tratar de um tema árido e pouco palatável para a maioria de nós.
O autor procurou dados ao longo da história econômica de diversos países e constatou o quão concentrador de renda é o Capitalismo. O tratamento de estatísticas dessa natureza é complexo e autor se utilizou de ferramentas um tanto ortodoxas, porém o resultado não é inesperado. 
É sabido, ao menos pelos que estudam o texto bíblico, que a entrada do pecado no mundo provocou distorções em tudo, incluindo na distribuição da riqueza.
A TERRA como criada por Deus foi dada ao homem para que a administrasse, não como sua propriedade, a fim de obter ganhos dela e ficar com os resultados da sua exploração. O patrimônio continuaria pertencendo a Deus e os resultados de todos. Um tentativa de retorno de tempos em tempos a uma situação menos concentrada de riqueza foi o estabelecimento de regras para o povo judeu de perdão de dívidas e devolução da propriedade - Ano do Jubileu.
Críticos à direita e à esquerda desconhecem, entretanto, que esta situação cada vez mais opressora dos muitíssimos ricos versus o restante da sociedade não terá solução política, econômica, democrática ou ditatorial, capitalista ou socialista, americana ou russa, japonesa ou chinesa. Como bem decreta o Apocalipse pela voz de Deus e escrita de João: 
"Também obrigou todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, a receberem certa marca na mão direita ou na testa, Apocalipse 13:16"
o fim será uma disputa espiritual. Aliás, a mesma que determinou que tão injusta distribuição de renda se instalasse na Terra.
Solução: segunda vinda de Cristo. Até lá muitas páginas ainda serão escritas.

Abs.  

MAIS UMA EVIDÊNCIA DO CRIACIONISMO?

http://religion.blogs.cnn.com/2014/03/20/does-the-big-bang-breakthrough-offer-proof-of-god/?sr=fb032114bigbang3pVODtop

Descobertas a respeito do chamado Big Bang que teria dado origem ao Universo tendem a confirmar a necessidade de algo que o impulsionasse.
Fonte: CNN 

Empresas americanas tentam impor restrições à Liberdadr Religiosa de seus funcionários. Em julgamento na Suprema Corte. Post no NYT.

NYTimes: Crying Wolf on Religious Liberty http://nyti.ms/NBIP5h

ENCONTRO DE UM PRESIDENTE AMERICANO E UM PAPA SÃO SEMPRE CARREGADOS DE MUITO SIMBOLISMO.

Temas discutidos em recente visita do Presidente Obama ao Papa Francisco. O que concordam e o que discordam. Sem dúvida, sempre mais um avanço na futura escancarada união da Igreja e o Estado. Fonte: NYT.
http://mobile.nytimes.com/2014/03/28/world/europe/president-obama-pope-francis.html?emc=edit_tnt_20140327&nlid=33065318&tntemail0=y&_r=0&referrer=

CONFISCO DE BÍBLIAS NA MALÁSIA

Mais de 300 Bíblias confiscadas na Malásia por referirem-se a Deus como "Allah". Aconteceu em Janeiro deste ano. Fonte: The Chrstian Post.
http://m.christianpost.com/news/islamic-authorities-seize-over-300-bibles-from-christian-group-in-malaysia--111939/cpt

segunda-feira, 24 de março de 2014

ENCONTRO INTER-RELIGIOSO DO GRUPO CAMINHO DE ABRAÃO: JUDEUS, MUÇULMANOS E CRISTÃO DESEJAM CONVIVÊNCIA FELIZ

http://www.zenit.org/pt/articles/como-construir-uma-convivencia-inter-religiosa-feliz?utm_campaign=semportughtml&utm_medium=email&utm_source=dispatch

Como construir uma convivência inter-religiosa feliz?

Responde o grupo canadense Path of Abraham, composto por judeus, muçulmanos e cristãos, durante o encontro em Nazaré organizado pela mesquita local e pelo Patriarcado Latino de Jerusalém

Roma, (Zenit.org) Redacao | 218 visitas

"Como construir uma convivência inter-religiosa feliz?": foi nesta pergunta que se baseou o encontro realizado na semana passada em Nazaré, na Terra Santa, envolvendo um grupo de judeus, cristãos e muçulmanos vindos de Toronto, no Canadá. São os membros grupo Path of Abraham [Caminho de Abraão], que, durante o evento, discutiram a contribuição da religião no mundo contemporâneo para a construção da paz entre os povos e entre as culturas.
Conforme relatado pelo site oficial do Patriarcado Latino de Jerusalém, a organização do encontro foi confiada à mesquita de Nazaré e a animação a dom Giacinto Boulos Marcuzzo, vigário patriarcal latino para Israel, em parceria com o superintendente da mesquita, xeque Atef Fahoum, e os três líderes do grupo canadense, o rabino Byron F. Kohl, o pe. Damien MacPherson e o imã Abdul Hai Patel.
A iniciativa envolveu 32 pessoas e teve o objetivo de promover a convivência pacífica entre as diferentes religiões na esteira do encontro inter-religioso presidido pelo papa Bento XVI em maio de 2009, justamente em Nazaré.
À questão-tema do evento, ou seja, de que forma é possível viver em harmonia apesar da diversidade, dom Marcuzzo respondeu: "Jesus não rejeitou nem desprezou a diversidade do homem, mas a assumiu e tornou-se ele próprio um homem, elevando o homem e criando uma profunda unidade humana".
"Em várias ocasiões, surgiram problemas nas relações com outras religiões", observou, por sua vez, Atef Fahoum. “Mas esses problemas não devem ser considerados como uma expressão da comunidade muçulmana, e sim de pequenos grupos fundamentalistas e politizados”. Fahoum ressaltou que "a mesquita e a Igreja da Anunciação têm sido tradicionalmente o centro da cidade de Nazaré", bem como o símbolo "da sua secular coexistência pacífica". Os habitantes de Nazaré, declarou Fahoum, “me chamam de ‘imã da Anunciação’, e, ao meu irmão, de ‘bispo da mesquita branca’".

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Papa Francisco, em sua exortação "Evangelii Gaudius" critica teorias econômicas que preservam e promovem as desigualdades.

Veja algumas das repercussões desta exortação publicada pelo Papa Francisco no The Huffington Post e no WORLDWIDE RELIGIOUS NEWS.

A íntegra da exortação papal você encontra em VATICAN NEWS.

Certamente o papa tinha dois textos em mente Tiago 5:1-6. Observem a tradução da Bíblia A MENSAGEM para o este texto:

"Uma palavra final para vocês, ricos arrogantes: comecem a chorar. Preparem baldes para as lágrimas que irão derramar quando a calamidade chegar. O dinheiro de vocês é pura corrupção, e suas roupas de marca cheiram a podridão. O luxo de vocês é um câncer que corrói por dentro. Você pensam que estão ajuntando riquezas, mas o que estão acumulando é juízo divino.
Todos os trabalhadores que vocês exploram e enganam estão clamando por justiça. As queixas dos que vocês prejudicaram e manipularam ressoam nos ouvidos do Senhor, o Vingador. Você saqueiam a terra e se sentem bem com isso. Mas, no fim de tudo, morrerão como todo mundo, apenas mais gordos. De fato, tudo que vocês fazem é condenar e matar gente boa e indefesa, que não oferece resistência."

E Thiago 3:13-18 na tradução NOVA VERSÃO INTERNACIONAL:

"Quem é sábio e tem entendimento entre vocês? Que o demonstre por seu bom procedimento, mediante obras paraticadas com a humildade que provém da sabedoria. Contudo, se vocês abrigam no coração inveja marga e ambição egoísta, não se gloriem disso, nem neguem a verdade. Esse tipo de "sabedoria" não vem dos céus, mas é terrena; não é espiritual, mas é demoníaca. Pois onde há inveja e ambição egoísta, aí há confusão e toda espécie de males. 
Mas a sabedoria que vem do alto é antes de tudo pura; depois pacífica, amável, compreensiva, cheia de misericórdia e de bons futos, imparcial e sincera. O fruto da justiça semeia-se em paz para os pacificadores."

Algumas citações da exortação do papa que mais chamam atenção:

"2. O grande risco do mundo actual, com sua múltipla e avassaladora oferta de consumo, é uma tristeza individualista que brota do coração comodista e mesquinho, da busca desordenada de prazeres superficiais, da consciência isolada. Quando a vida interior se fecha nos próprios interesses, deixa de haver espaço para os outros, já não entram os pobres, já não se ouve a voz de Deus, já não se goza da doce alegria do seu amor, nem fervilha o entusiasmo de fazer o bem. Este é um risco, certo e permanente, que correm também os crentes. Muitos caem nele, transformando-se em pessoas ressentidas, queixosas, sem vida. Esta não é a escolha duma vida digna e plena, este não é o desígnio que Deus tem para nós, esta não é a vida no Espírito que jorra do coração de Cristo ressuscitado."

30. Cada Igreja particular, porção da Igreja Católica sob a guia do seu Bispo, está, também ela, chamada à conversão missionária. Ela é o sujeito primário da evangelização, enquanto é a manifestação concreta da única Igreja num lugar da terra e, nela, «está verdadeiramente presente e opera a Igreja de Cristo, una, santa, católica e apostólica». É a Igreja encarnada num espaço concreto, dotada de todos os meios de salvação dados por Cristo, mas com um rosto local. A sua alegria de comunicar Jesus Cristo exprime-se tanto na sua preocupação por anunciá-Lo noutros lugares mais necessitados, como numa constante saída para as periferias do seu território ou para os novos âmbitos socioculturais. Procura estar sempre onde fazem mais falta a luz e a vida do Ressuscitado. Para que este impulso missionário seja cada vez mais intenso, generoso e fecundo, exorto também cada uma das Igrejas particulares a entrar decididamente num processo de discernimento, purificação e reforma.

46. A Igreja «em saída» é uma Igreja com as portas abertas. Sair em direcção aos outros para chegar às periferias humanas não significa correr pelo mundo sem direcção nem sentido. Muitas vezes é melhor diminuir o ritmo, pôr de parte a ansiedade para olhar nos olhos e escutar, ou renunciar às urgências para acompanhar quem ficou caído à beira do caminho. Às vezes, é como o pai do filho pródigo, que continua com as portas abertas para, quando este voltar, poder entrar sem dificuldade.

51. Não é função do Papa oferecer uma análise detalhada e completa da realidade contemporânea, mas animo todas as comunidades a «uma capacidade sempre vigilante de estudar os sinais dos tempos». Trata-se duma responsabilidade grave, pois algumas realidades hodiernas, se não encontrarem boas soluções, podem desencadear processos de desumanização tais que será difícil depois retroceder. É preciso esclarecer o que pode ser um fruto do Reino e também o que atenta contra o projecto de Deus. Isto implica não só reconhecer e interpretar as moções do espírito bom e do espírito mau, mas também – e aqui está o ponto decisivo – escolher as do espírito bom e rejeitar as do espírito mau. Pressuponho as várias análises que ofereceram os outros documentos do Magistério universal, bem como as propostas pelos episcopados regionais e nacionais. Nesta Exortação, pretendo debruçar-me, brevemente e numa perspectiva pastoral, apenas sobre alguns aspectos da realidade que podem deter ou enfraquecer os dinamismos de renovação missionária da Igreja, seja porque afectam a vida e a dignidade do povo de Deus, seja porque incidem sobre os sujeitos que mais directamente participam nas instituições eclesiais e nas tarefas de evangelização.

53. Assim como o mandamento «não matar» põe um limite claro para assegurar o valor da vida humana, assim também hoje devemos dizer «não a uma economia da exclusão e da desigualdade social». Esta economia mata. Não é possível que a morte por enregelamento dum idoso sem abrigo não seja notícia, enquanto o é a descida de dois pontos na Bolsa. Isto é exclusão. Não se pode tolerar mais o facto de se lançar comida no lixo, quando há pessoas que passam fome. Isto é desigualdade social. Hoje, tudo entra no jogo da competitividade e da lei do mais forte, onde o poderoso engole o mais fraco. Em consequência desta situação, grandes massas da população vêem-se excluídas e marginalizadas: sem trabalho, sem perspectivas, num beco sem saída. O ser humano é considerado, em si mesmo, como um bem de consumo que se pode usar e depois lançar fora. Assim teve início a cultura do «descartável», que aliás chega a ser promovida. Já não se trata simplesmente do fenómeno de exploração e opressão, mas duma realidade nova: com a exclusão, fere-se, na própria raiz, a pertença à sociedade onde se vive, pois quem vive nas favelas, na periferia ou sem poder já não está nela, mas fora. Os excluídos não são «explorados», mas resíduos, «sobras».

54. Neste contexto, alguns defendem ainda as teorias da «recaída favorável» que pressupõem que todo o crescimento económico, favorecido pelo livre mercado, consegue por si mesmo produzir maior equidade e inclusão social no mundo. Esta opinião, que nunca foi confirmada pelos factos, exprime uma confiança vaga e ingénua na bondade daqueles que detêm o poder económico e nos mecanismos sacralizados do sistema económico reinante. Entretanto, os excluídos continuam a esperar. Para se poder apoiar um estilo de vida que exclui os outros ou mesmo entusiasmar-se com este ideal egoísta, desenvolveu-se uma globalização da indiferença. Quase sem nos dar conta, tornamo-nos incapazes de nos compadecer ao ouvir os clamores alheios, já não choramos à vista do drama dos outros, nem nos interessamos por cuidar deles, como se tudo fosse uma responsabilidade de outrem, que não nos incumbe. A cultura do bem-estar anestesia-nos, a ponto de perdermos a serenidade se o mercado oferece algo que ainda não compramos, enquanto todas estas vidas ceifadas por falta de possibilidades nos parecem um mero espectáculo que não nos incomoda de forma alguma.

Não à nova idolatria do dinheiro
55. Uma das causas desta situação está na relação estabelecida com o dinheiro, porque aceitamos pacificamente o seu domínio sobre nós e as nossas sociedades. A crise financeira que atravessamos faz-nos esquecer que, na sua origem, há uma crise antropológica profunda: a negação da primazia do ser humano. Criámos novos ídolos. A adoração do antigo bezerro de ouro (cf. Ex 32, 1-35) encontrou uma nova e cruel versão no fetichismo do dinheiro e na ditadura duma economia sem rosto e sem um objectivo verdadeiramente humano. A crise mundial, que investe as finanças e a economia, põe a descoberto os seus próprios desequilíbrios e sobretudo a grave carência duma orientação antropológica que reduz o ser humano apenas a uma das suas necessidades: o consumo.
56. Enquanto os lucros de poucos crescem exponencialmente, os da maioria situam-se cada vez mais longe do bem-estar daquela minoria feliz. Tal desequilíbrio provém de ideologias que defendem a autonomia absoluta dos mercados e a especulação financeira. Por isso, negam o direito de controle dos Estados, encarregados de velar pela tutela do bem comum. Instaura-se uma nova tirania invisível, às vezes virtual, que impõe, de forma unilateral e implacável, as suas leis e as suas regras. Além disso, a dívida e os respectivos juros afastam os países das possibilidades viáveis da sua economia, e os cidadãos do seu real poder de compra. A tudo isto vem juntar-se uma corrupção ramificada e uma evasão fiscal egoísta, que assumiram dimensões mundiais. A ambição do poder e do ter não conhece limites. Neste sistema que tende a fagocitar tudo para aumentar os benefícios, qualquer realidade que seja frágil, como o meio ambiente, fica indefesa face aos interesses do mercado divinizado, transformados em regra absoluta.
Não a um dinheiro que governa em vez de servir
57. Por detrás desta atitude, escondem-se a rejeição da ética e a recusa de Deus. Para a ética, olha-se habitualmente com um certo desprezo sarcástico; é considerada contraproducente, demasiado humana, porque relativiza o dinheiro e o poder. É sentida como uma ameaça, porque condena a manipulação e degradação da pessoa. Em última instância, a ética leva a Deus que espera uma resposta comprometida que está fora das categorias do mercado. Para estas, se absolutizadas, Deus é incontrolável, não manipulável e até mesmo perigoso, na medida em que chama o ser humano à sua plena realização e à independência de qualquer tipo de escravidão. A ética – uma ética não ideologizada – permite criar um equilíbrio e uma ordem social mais humana. Neste sentido, animo os peritos financeiros e os governantes dos vários países a considerarem as palavras dum sábio da antiguidade: «Não fazer os pobres participar dos seus próprios bens é roubá-los e tirar-lhes a vida. Não são nossos, mas deles, os bens que aferrolhamos».
58. Uma reforma financeira que tivesse em conta a ética exigiria uma vigorosa mudança de atitudes por parte dos dirigentes políticos, a quem exorto a enfrentar este desafio com determinação e clarividência, sem esquecer naturalmente a especificidade de cada contexto. O dinheiro deve servir, e não governar! O Papa ama a todos, ricos e pobres, mas tem a obrigação, em nome de Cristo, de lembrar que os ricos devem ajudar os pobres, respeitá-los e promovê-los. Exorto-vos a uma solidariedade desinteressada e a um regresso da economia e das finanças a uma ética propícia ao ser humano.
Não à desigualdade social que gera violência
59. Hoje, em muitas partes, reclama-se maior segurança. Mas, enquanto não se eliminar a exclusão e a desigualdade dentro da sociedade e entre os vários povos será impossível desarreigar a violência. Acusam-se da violência os pobres e as populações mais pobres, mas, sem igualdade de oportunidades, as várias formas de agressão e de guerra encontrarão um terreno fértil que, mais cedo ou mais tarde, há-de provocar a explosão. Quando a sociedade – local, nacional ou mundial – abandona na periferia uma parte de si mesma, não há programas políticos, nem forças da ordem ou serviços secretos que possam garantir indefinidamente a tranquilidade. Isto não acontece apenas porque a desigualdade social provoca a reacção violenta de quantos são excluídos do sistema, mas porque o sistema social e económico é injusto na sua raiz. Assim como o bem tende a difundir-se, assim também o mal consentido, que é a injustiça, tende a expandir a sua força nociva e a minar, silenciosamente, as bases de qualquer sistema político e social, por mais sólido que pareça. Se cada acção tem consequências, um mal embrenhado nas estruturas duma sociedade sempre contém um potencial de dissolução e de morte. É o mal cristalizado nas estruturas sociais injustas, a partir do qual não podemos esperar um futuro melhor. Estamos longe do chamado «fim da história», já que as condições dum desenvolvimento sustentável e pacífico ainda não estão adequadamente implantadas e realizadas.
60. Os mecanismos da economia actual promovem uma exacerbação do consumo, mas sabe-se que o consumismo desenfreado, aliado à desigualdade social, é duplamente daninho para o tecido social. Assim, mais cedo ou mais tarde, a desigualdade social gera uma violência que as corridas armamentistas não resolvem nem poderão resolver jamais. Servem apenas para tentar enganar aqueles que reclamam maior segurança, como se hoje não se soubesse que as armas e a repressão violenta, mais do que dar solução, criam novos e piores conflitos. Alguns comprazem-se simplesmente em culpar, dos próprios males, os pobres e os países pobres, com generalizações indevidas, e pretendem encontrar a solução numa «educação» que os tranquilize e transforme em seres domesticados e inofensivos. Isto torna-se ainda mais irritante, quando os excluídos vêem crescer este câncer social que é a corrupção profundamente radicada em muitos países – nos seus Governos, empresários e instituições – seja qual for a ideologia política dos governantes.


sábado, 23 de novembro de 2013

Pr. Iglesias: Laodiceia somos nós

Clique aqui para assistir o sermão.

Sermão proclamado em 22/11/2013 na igreja adventista de Richmond, EUA. Gravado no Livestreaam.

Vale a pena ver e meditar. Citações importantes, bíblicas e de Ellen White. Escatológico.

sábado, 2 de novembro de 2013

Movimento carismático

http://www.christianitytoday.com/edstetzer/2013/october/charismatic-renewal-movement.html?utm_source=ctdirect-html&utm_medium=Newsletter&utm_term=9479063&utm_content=217995539&utm_campaign=2013

Link publicado na Cristianity Today nos leva a artigo sobre pesquisa da PEW FORUM sobre Movimento Carismático.
Esta pesquisa mostrou existiram quase 305 milhões de carismáticos ou cerca de 14% daqueles que se identificam como cristãos.
O mesmo artigo nos dá um breve histórico do Movimento Carismático Evangélico.

Mais informações dessa pesquisa clique aqui.


CRISE DE UNIDADE NA IGREJA ADVENTISTA: CONFERÊNCIA AMERICANA ELEGE MULHER PARA PRESIDÊNCIA

Adventist Review : 30 CN: Moving Forward Together

Em resposta à eleição de uma mulher, não ordenada obviamente, para presidência de uma conferência americana, organização como as nossas uniões no Brasil, a Conferência Geral reagiu com o editorial que você lê no link acima.

Se configura uma forte crise de liderança. Esta não é a primeira organização a desafiar órgãos superiores e decisões tomadas em Assembléia Geral Mundial da Igreja.

Complicado.

'via Blog this'

sábado, 19 de outubro de 2013

Sabbath Sermon: Ted Wilson, "Illuminate the Earth with God's Glory"

Descoberta pode reescrever a história da humanidade, do blog Criacionismo

http://www.criacionismo.com.br/2013/10/descoberta-pode-reescrever-historia.html?m=1

"E se em vez de serem todos de espécies diferentes, os diversos homens primitivos cujos fósseis têm sido encontrados ao longo dos anos em diversos locais – Homo habilisHomo rudolfensinsHomo erectus e outros – fossem todos membros de uma única e mesma espécie de humanos e as suas diferenças físicas apenas refletissem a variabilidade normal entre indivíduos dessa espécie? Os autores de um novo estudo comparativo de crânios fósseis humanos encontrados no Cáucaso, e publicado nesta sexta-feira na revista Science, afirmam que é precisamente isso que os seus resultados sugerem. A peça-chave do trabalho desenvolvido nos últimos oito anos por David Lordkipanidze, director do Museu Nacional da Geórgia, e uma equipe internacional de colegas, é um crânio – designado Crânio 5 – com quase 1,8 milhão de anos [segundo a cronologia evolucionista]. O seu maxilar inferior foi encontrado em 2000 na escavação arqueológica de Dmanisi (a uns 100 quilômetros de Tbilisi, a capital da Geórgia) – e o resto do seu rosto e cabeça em 2005."

Leia mais. 

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

37% dos Escoceses se Declaram não Religiosos

http://www.adventistreview.org/article/6711/archives/issue-2013-1528/28rns-in-scotland-nonreligious-surpass-the-church-of-scotland

 "For the first time on record, the number of Scots with no religion outstrips those who belong to the Church of Scotland.

Figures from the 2011 census released September 30 show that 37 percent of Scottish people regard themselves as nonreligious, while 32 percent said they identified with the Church of Scotland, known as the Kirk. Some 16 percent said they were Roman Catholic.

The number of people saying they had no religion rose to 1.9 million people, up from 1.4 million in 2001. The total population of Scotland is 5.2 million."

sábado, 12 de outubro de 2013

1888: UM MARCO NA HISTÓRIA DA IGREJA ADVERNTISTA - links para artigos publicados na edição especial da Adventist Review

What Happened in 1888?

A special anniversary issue of the Adventist Review examines the issues and personalities that made "Righteousness by Faith" one of the most important concepts of the Seventh-day Adventist Church. You'll find loads of content onine.

Citizenship Test

Editorial: Bill Knott on why we need to declare ourselves members of the peaceable kingdom.

What Happened in 1888?

Heart and Soul Theology: George Knight's historical account of a very historic event.

E. J. Waggoner: The Man and His Legacy

1888 Cover Feature Bio: Woodrow Whidden examinies the life of E. J. Waggoner

A. T. Jones

1888 Cover Feature Bio: Merlin Burt on the life of A. T. Jones

The Faith of Jesus

Heart and Soul Theology: Merlin Burt examines the doctrinal legacy of 1888.

The Theological Issues: Another Perspective

Heart and Soul Theology: Bill and Shawn Brace on Jones' and Waggoner's "most precious message."

Ellen White's Burden

It was more than a matter of who was right.

Sabbath Afternoon Talk

1888 Spirit of Prophecy: Ellen G. White writes on confession and God's grace.

Theology of the Last Generation

1888 Snapshot: Why hasn't Christ returned yet? Ask Angel Rodríguez.

The Nature of Christ

1888 Snapshot: Alberto Timm shres a quick look at Christology in the Adventist Church.

Universal Legal Justification

1888 Snapshot: Do Seventh-day Adventists have difficulties with universal legal justification? Stephen Bauer explains.

The Prevailing Interest

1888 Testimony: Studying the "1888 message" was a life-changing experience, says Kelly Veileux.

The Genius of Disunity

Reflections: Lael Caesar shares a commentary on the destructive power of disunity.

Click here for more articles from this 48-page special issue.

sábado, 5 de outubro de 2013

O fim. E o começo...E o fim, certamente.

O empresário Abílio Diniz foi capa da edição 1049 - ano 47 - n. 17 - 18/09/2013 da Revista EXAME.
Em entrevista à revista e em resposta a uma pergunta sobre o que mais o teria ajudado em sua nova fase de vida, em que sai da empresa varejista de sua vida para a presidência de uma indústria, afirmou:
"Tenho de acreditar que sou eterno. E, claro, cuidar de mim para o caso de não ser."
Este senhor sempre marca suas aparições com elegância, empáfia, ares de dono da situação e nenhuma humildade. Mas, crer em sua eternidade vai além do que se poderia esperar.
A afirmação foi tão forte que a revista a colocou na abertura do texto, à página 19.
Talvez lhe valha a conclusão de Salomão, alguém muito mais poderoso e rico a seu tempo que Abílio Diniz, em Eclesiates 1 na versão NVI:


2 É ilusão, é ilusão, diz o Sábio. Tudo é ilusão.  
3 A gente gasta a vida trabalhando, se esforçando e afinal que vantagem leva em tudo isso?  
4 Pessoas nascem, pessoas morrem, mas o mundo continua sempre o mesmo.  
5 O sol continua a nascer, e a se pôr, e volta ao seu lugar para começar tudo outra vez.  
6 O vento sopra para o sul, depois para o norte, dá voltas e mais voltas e acaba no mesmo lugar.  
7 Todos os rios correm para o mar, porém o mar não fica cheio. A água volta para onde nascem os rios, e tudo começa outra vez. 
8 Todas as coisas levam a gente ao cansaço — um cansaço tão grande, que nem dá para contar. Os nossos olhos não se cansam de ver, nem os nossos ouvidos, de ouvir.  
9 O que aconteceu antes vai acontecer outra vez. O que foi feito antes será feito novamente. Não há nada de novo neste mundo.  
10 Será que existe alguma coisa de que a gente possa dizer: “Veja! Isto nunca aconteceu no mundo”? Não! Tudo já aconteceu antes, bem antes de nós nascermos.  
11 Ninguém lembra do que aconteceu no passado; quem vier depois das coisas que vão acontecer no futuro também não vai lembrar delas.
A experiência do Sábio
12 Eu, o Sábio, fui rei de Israel, em Jerusalém. 
13 E resolvi examinar e estudar tudo o que se faz neste mundo. Que serviço cansativo é este que Deus nos deu!
14 Eu tenho visto tudo o que se faz neste mundo e digo: tudo é ilusão. É tudo como correr atrás do vento.  
15 Ninguém pode endireitar o que é torto, nem fazer contas quando faltam os números.  
16 E pensei assim: “Eu me tornei um grande homem, muito mais sábio do que todos os que governaram Jerusalém antes de mim. Eu realmente sei o que é a sabedoria e o que é o conhecimento.”  
17 Assim, procurei descobrir o que é o conhecimento e a sabedoria, o que é a tolice e a falta de juízo. Mas descobri que isso é o mesmo que correr atrás do vento. 
18 Quanto mais sábia é uma pessoa, mais aborrecimentos ela tem; e, quanto mais sabe, mais sofre.

NASA | IPCC Projections of Temperature and Precipitation in the 21st Cen...

A CRIAÇÃO: INFIDELIDADE DOS CIENTISTAS - texto de EGW

http://www.adventistreview.org/article/6679/archives/issue-2013-1527/infidelity-in-disguise

"The first week, in which God performed the work of creation in six days and rested on the seventh day, was just like every other week. . . . The weekly cycle of seven literal days, six for labor and the seventh for rest, which has been preserved and brought down through Bible history, originated in the great facts of the first seven days. . . .

But the infidel supposition, that the events of the first week required seven vast, indefinite periods for their accomplishment, strikes directly at the foundation of the Sabbath of the fourth commandment. It makes indefinite and obscure that which God has made very plain. It is the worst kind of infidelity; for with many who profess to believe the record of creation, it is infidelity in disguise. . . .
Infidel geologists claim that the world is very much older than the Bible record makes it. They reject the testimony of God’s Word because of those things which are to them evidences from the earth itself. . . .


....