sexta-feira, 30 de março de 2012

Millôr Fernandes e a falta de esperança

Editorial

A capa da FOLHA DE S. PAULO desta última quinta-feira, em posição de destaque, aludindo à morte do genial Millôr Fernandes, destacou uma das suas frases muito significativas:
'A gente só morre uma vez. Mas é para sempre'
O escrito, desenhista, jornalista e dramaturgo, morto aos 82 anos, criticou a religião e seus ícones muitas vezes. Na obra "Discurso de Deus a Eva" capta, em momentos, o sentimento divino pela sua criação e, em outros, torna o discurso fútil.

Para alguns ele era um agnóstico, para ele próprio um livre pensador sem classificação prévia.

A frase, acima citada, denota falta de esperança ou desconhecimento da verdadeira esperança. Não morremos para sempre. A ressurreição é certa para todos. Alguns para a vida eterna, outros para a 2a morte e, uns poucos, a 3a.

Adventistas estão distribuindo, por todos os cantos, 'A Grande Esperança'. Queira Deus que tire muitos do desconhecimento ou do agnosticismo, gênios ou não.

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