Sinais que anunciam a breve volta de Jesus Cristo! Comente, critique, avalie e vote. Abraço.
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sexta-feira, 7 de setembro de 2012
domingo, 12 de agosto de 2012
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Especialista diz que tremor em MG foi um dos maiores da história - brasil - geral - Estadão
Especialista diz que tremor em MG foi um dos maiores da história - brasil - geral - Estadão
"O tremor de 4 pontos de magnitude que atingiu na manhã deste sábado toda a área urbana da cidade de Montes Claros, no norte de Minas Gerais, foi um dos maiores da história da cidade. "
Lembram que o Brasil era um país maravilhoso sem terremotos, furacões....?
"O tremor de 4 pontos de magnitude que atingiu na manhã deste sábado toda a área urbana da cidade de Montes Claros, no norte de Minas Gerais, foi um dos maiores da história da cidade. "
Lembram que o Brasil era um país maravilhoso sem terremotos, furacões....?
quarta-feira, 30 de maio de 2012
domingo, 20 de maio de 2012
G1 - Sobe para 7 o número de mortos em terremoto na Itália - notícias em Mundo
G1 - Sobe para 7 o número de mortos em terremoto na Itália - notícias em Mundo
| Prédio da prefeitura de San Agostino, na província de Ferrara, fica destruído após tremores no norte da Itália na madrugada deste domingo (20) (Foto: REUTERS/Giorgio Benvenuti) |
terça-feira, 17 de abril de 2012
segunda-feira, 16 de abril de 2012
ESTATÍSTICA ATUALIZADAS E HISTÓRICAS DE TERREMOTOS PELO MUNDO
Estatísticas, gráficos, lista com as mais variadas classificações.
quinta-feira, 8 de março de 2012
BBC Brasil - Notícias - Grande terremoto de Tóquio vai acontecer 'nos próximos anos', dizem pesquisadores
BBC Brasil - Notícias - Grande terremoto de Tóquio vai acontecer 'nos próximos anos', dizem pesquisadores
Ao 'comemorar' 1 ano do terremoto que assolou parte do Japão, cientistas concluem que está próximo um outro que atingiria Tóquio. As previsões são mais ou menos próximas, dependendo da fonte, porém os resultado certamente seriam desastrosos numa megalópole que abriga 35 milhões de pessoas.
70% de chance de um tremor de magnitude 7.0 em 4 anos é a previsão mais pessimista. Segundo especialistas a quantidade diária de tremores aumentou muito depois de 11 de março de 2011; a média é 5 vezes superior ao período anterior.
Tóquio foi palco de terremotos em 1703, 1855 e 1923, este último de 7,9.
| Novos prédios da capital japonesa são construídos para resistir grandes abalos. |
70% de chance de um tremor de magnitude 7.0 em 4 anos é a previsão mais pessimista. Segundo especialistas a quantidade diária de tremores aumentou muito depois de 11 de março de 2011; a média é 5 vezes superior ao período anterior.
Tóquio foi palco de terremotos em 1703, 1855 e 1923, este último de 7,9.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
OS TERREMOTOS E A VOLTA DE JESUS - Pr. José Carlos Ramos
OS TERREMOTOS E A VOLTA DE JESUS
O pecado é o principal fator de desequilíbrio em nosso planeta, e a instabilidade geológica é decorrência dele. Não posso crer que a Terra tenha sido originalmente firmada pelo Criador sobre oscilantes placas tectônicas impregnadas de fissuras e rodeadas por falhas. Creio que, ao sair das mãos de Deus, a Terra era um todo harmônico, perfeito e solidamente estabelecido. Uma crosta maciça, compacta, inabalável servia de esteio para o planeta destinado a ser o habitat do ser humano.
Como disse o poeta de Israel, Deus "firmou o mundo para que não se abale" (l Cr 16:30).
Mas a rebelião se infiltrou, gerando transitoriedade, inconstância, inconsistência, fragilidade e risco.
Para um grande número de geólogos, a formação das placas tectónicas e das falhas geológicas se processou no transcurso de milhões de anos. Porém, para os que crêem na Bíblia, elas se originaram do dilúvio universal que sobreveio à Terra mais ou menos dezesseis séculos depois de ter sido criada. A era antediluviana não deve ter conhecido nenhum tipo de tremor, mas por ocasião do dilúvio "romperam-se todas as fontes do grande abismo" (Gn 7:11). "Os fundamentos do grande abismo... se partiram. Jatos de água irrompiam da terra, com força indescritível, arremessando pedras maciças a muitos metros para o ar; e ao caírem, sepultavam-se profundamente no solo" (Ellen G. White, História da Redenção, p. 66,67). A crosta terrestre foi literalmente fragmentada, originando condições ideais para futuros terremotos.
Além disso, homens, animais e plantas foram tragados pela fúria das águas e arremessados às profundezas. Ali, agregados a elementos químicos, se tornar am finalmente matéria em combustão abaixo da crosta terrestre. "Nesse tempo, imensas florestas foram sepultadas. Estas foram depois transformadas em carvão, formando as extensas camadas carboníferas que hoje existem, também fornecendo grande quantidade de óleo. O carvão e o óleo frequentemente se acendem e queimam debaixo da superfície da terra. Assim as rochas são aquecidas, queimada a pedra de cal, e derretido o minério de ferro. A ação da água sobre a cal aumenta a fúria do intenso calor, e determina os terremotos, vulcões e violentas erupções. Vindo o fogo e a água em contato com as camadas de pedra e minério, há graves explosões subterrâneas... Seguem-se erupções vulcânicas; e, deixando estas muitas vezes de dar vazão suficiente aos elementos aquecidos, a própria terra é agitada, o terreno se ergue e dilata-se como as ondas do mar, aparecem grandes fendas" (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 108).
Conhecedor das leis naturais, Satanás pode, naturalmente, provocar terremotos. Certamente aquele que tem prazer na destruição, principalmente de vidas, está por trás de muita catástrofe que tem castigado o planeta. Mas terremotos também cumpr em um propósito divino, como os ocorridos por ocasião da morte de Jesus (Mt 27:51-54), de Sua ressurreição (28:2), e naquela noite em que Paulo e Silas estiveram acorrentados no cárcere em Filipos (At 16:26).
O homem também pode causar terremotos, e o tem feito através de explosões subterrâneas e pela formação de grandes represas artificiais. É possível que a demasiada extração de petróleo esteja, de alguma forma, contribuindo para a incidência de tremores.
Sinal do fim - Terremotos são declaradamente um sinal da proximidade da volta de Jesus. "Haverá grandes terremotos", disse Ele em Seu sermão profético (Lc 21:11).
Tem-se notícia de terremotos desde o longínquo passado (cf. lRs 19:11; Am 1:1; Zc 14:5; At 16:26). O que torna, então, os de nossos dias um sinal do fim? Precisamente o fato de as predições proféticas os incluírem.
Por exemplo, consideramos o terremoto de Lisboa (1º de novembro de 1755) como o que marca a abertura do sexto selo (Ap 6:12) não porque simplesmente o escolhemos entre outros, mas porque levamos em conta quando e onde ele ocorreu e o fato de estar em um contexto amplo de cumprimento profético. Esse contexto envolve o escurecimento do Sol, em 1780, o fim dos 1.260 anos de supremacia papal, em 1798, a queda das estrelas, em 1833, e o fim das 2.300 tardes e manhãs de Dani el 8:14, em 1844 - eventos significativos da aproximação do tempo do fim. Outro ponto foi o assustador aumento de terremotos devastadores, particularmente após 1755 (veja o quadro). Bem analisados, os males que sempre caracterizaram a vida de nosso planeta se acentuam nos dias finais. Por exemplo, a baixa moral de Sodoma ganharia proporções mundiais (Lc 17:28-30). Ou t ro exemplo - a guerra, que já ocorria nos dias de Abraão (Gn 14:1,2), seria incrementada com o passar do tempo até o nível de conflitos mundiais, quando o fim se aproximasse (Mt 24:6,7).
O mesmo ocorre com os abalos sísmicos. A profecia prevê para o fim não só grandes terremotos, mas fala deles como ocorrendo em muitos lugares (Mt 24:7; Mc 13:8). Há um sentido de intensificação aqui. Estações sismológicas, implantadas em pontos estratégicos ao redor do mundo, registram a ocorrência de um milhão de vibrações sísmicas por ano, entre as quais há, em média, um terremoto de grandes proporções, 18 abalos significativos e cerca de 120 tremores considerados fortes.
Ilustrando a onda avassaladora dos terremotos de nossos dias, mencionamos um de 9 graus na escala Richter, ocorrido em 26 de dezembro de 2004 e que assolou o sudeste da Ásia, matando mais de 280 mil pessoas em 11 países; aquele que provocou as ondas gigantes (tsunamis), as quais também invadiram países da África Oriental. Esse foi considerado o mais longo da História, criando uma falha submarina de 1500 quilômetros, sacudindo o planeta. Diante do que o mundo testemunhou, as palavras de Ellen G. White soam pertinentes: "Nas últimas cenas da história terrestre... as águas do oceano transporão seus limites. Propriedades e vidas serão destruídas" [Eventos Finais, p. 24).
Logo em seguida (8 de janeiro de 2005), a região foi atingida por outro terremoto de intensidade menor (7.6 na escala Richter).
Último terremoto - Os noticiários dão conta que 2010 começou sacudindo nosso planeta. Nos primeiros 19 dias do ano, houve terremotos no Haiti, na Argentina, em Papua-Nova Guiné, no Irã, na Guatemala, El Salvador e Chile. Os tremores continuaram em fevereiro, culminando com outro terremoto no Chile, dessa vez de magnitude 8,8 na escala Richter, com um minuto de duração. Resultados: um milhão de prédios danificados numa área equivalente a 80% do território do país, e a mor te de 497 pessoas (dados até 8 de março/2010).
De fato, a instabilidade da Terra se acentua mais e mais no decorrer do tempo. Como disse o profeta: "a Terra está de todo quebrantada, ela totalmente se romperá, a Terra violentamente se moverá. A Terra cambaleiará como um bêbado, e balanceará como rede de dormir" (Is 24:19,20). A fragilidade do planeta continuará se intensificando até que o último e mais terrível de todos os terremotos ocorra, por ocasião da sétima praga; um terremoto "como nunca houve igual desde que há gente sobre a terra" (Ap 16:18).
Comentando os lances de destruição que se abatem sobre a Terra em virtude das novas circunstâncias do mundo geradas pelo dilúvio, Ellen G. White acrescenta: "Estas assombrosas manifestações serão mais e mais frequentes e terríveis precisamente antes da segunda vinda de Cristo e do fim do mundo, como sinais de sua imediata destruição... Manifestações mais terríveis do que as que o mundo jamais viu, serão testemunhadas por ocasião do segundo advento de Cristo... Unindo-se os raios do céu com o fogo na Terra, as montanhas arderão como uma fornalha, e derramarão terríveis correntes de lava, submergindo jardins e campos, vilas e cidades. Massas fervilhantes derretidas, ao serem arremessadas nos rios, farão com que as águas entrem em ebulição, arremetendo rochas maciças com indescritível violência, e espalhando seus fragmentos sobre a terra. Rios se tornarão secos. A Terra se convulsionará, por toda parte haverá tremendos terremotos e erupções" [Patriarcas e Profetas, p. 107-109).
Pelo poder da graça, precisamos fazer o preparo necessário para permanecermos de pé no dia final. E não esqueçamos: só em Deus há segurança. Ele é rocha, alto refúgio e salvação. Quem nEle confia pode dizer como Davi: "não serei jamais abalado" (Sl 62:6). Até mesmo no dia em que Jesus voltar.
O pecado é o principal fator de desequilíbrio em nosso planeta, e a instabilidade geológica é decorrência dele. Não posso crer que a Terra tenha sido originalmente firmada pelo Criador sobre oscilantes placas tectônicas impregnadas de fissuras e rodeadas por falhas. Creio que, ao sair das mãos de Deus, a Terra era um todo harmônico, perfeito e solidamente estabelecido. Uma crosta maciça, compacta, inabalável servia de esteio para o planeta destinado a ser o habitat do ser humano.
Como disse o poeta de Israel, Deus "firmou o mundo para que não se abale" (l Cr 16:30).
Mas a rebelião se infiltrou, gerando transitoriedade, inconstância, inconsistência, fragilidade e risco.
Para um grande número de geólogos, a formação das placas tectónicas e das falhas geológicas se processou no transcurso de milhões de anos. Porém, para os que crêem na Bíblia, elas se originaram do dilúvio universal que sobreveio à Terra mais ou menos dezesseis séculos depois de ter sido criada. A era antediluviana não deve ter conhecido nenhum tipo de tremor, mas por ocasião do dilúvio "romperam-se todas as fontes do grande abismo" (Gn 7:11). "Os fundamentos do grande abismo... se partiram. Jatos de água irrompiam da terra, com força indescritível, arremessando pedras maciças a muitos metros para o ar; e ao caírem, sepultavam-se profundamente no solo" (Ellen G. White, História da Redenção, p. 66,67). A crosta terrestre foi literalmente fragmentada, originando condições ideais para futuros terremotos.
Além disso, homens, animais e plantas foram tragados pela fúria das águas e arremessados às profundezas. Ali, agregados a elementos químicos, se tornar am finalmente matéria em combustão abaixo da crosta terrestre. "Nesse tempo, imensas florestas foram sepultadas. Estas foram depois transformadas em carvão, formando as extensas camadas carboníferas que hoje existem, também fornecendo grande quantidade de óleo. O carvão e o óleo frequentemente se acendem e queimam debaixo da superfície da terra. Assim as rochas são aquecidas, queimada a pedra de cal, e derretido o minério de ferro. A ação da água sobre a cal aumenta a fúria do intenso calor, e determina os terremotos, vulcões e violentas erupções. Vindo o fogo e a água em contato com as camadas de pedra e minério, há graves explosões subterrâneas... Seguem-se erupções vulcânicas; e, deixando estas muitas vezes de dar vazão suficiente aos elementos aquecidos, a própria terra é agitada, o terreno se ergue e dilata-se como as ondas do mar, aparecem grandes fendas" (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 108).
Conhecedor das leis naturais, Satanás pode, naturalmente, provocar terremotos. Certamente aquele que tem prazer na destruição, principalmente de vidas, está por trás de muita catástrofe que tem castigado o planeta. Mas terremotos também cumpr em um propósito divino, como os ocorridos por ocasião da morte de Jesus (Mt 27:51-54), de Sua ressurreição (28:2), e naquela noite em que Paulo e Silas estiveram acorrentados no cárcere em Filipos (At 16:26).
O homem também pode causar terremotos, e o tem feito através de explosões subterrâneas e pela formação de grandes represas artificiais. É possível que a demasiada extração de petróleo esteja, de alguma forma, contribuindo para a incidência de tremores.
Sinal do fim - Terremotos são declaradamente um sinal da proximidade da volta de Jesus. "Haverá grandes terremotos", disse Ele em Seu sermão profético (Lc 21:11).
Tem-se notícia de terremotos desde o longínquo passado (cf. lRs 19:11; Am 1:1; Zc 14:5; At 16:26). O que torna, então, os de nossos dias um sinal do fim? Precisamente o fato de as predições proféticas os incluírem.
Por exemplo, consideramos o terremoto de Lisboa (1º de novembro de 1755) como o que marca a abertura do sexto selo (Ap 6:12) não porque simplesmente o escolhemos entre outros, mas porque levamos em conta quando e onde ele ocorreu e o fato de estar em um contexto amplo de cumprimento profético. Esse contexto envolve o escurecimento do Sol, em 1780, o fim dos 1.260 anos de supremacia papal, em 1798, a queda das estrelas, em 1833, e o fim das 2.300 tardes e manhãs de Dani el 8:14, em 1844 - eventos significativos da aproximação do tempo do fim. Outro ponto foi o assustador aumento de terremotos devastadores, particularmente após 1755 (veja o quadro). Bem analisados, os males que sempre caracterizaram a vida de nosso planeta se acentuam nos dias finais. Por exemplo, a baixa moral de Sodoma ganharia proporções mundiais (Lc 17:28-30). Ou t ro exemplo - a guerra, que já ocorria nos dias de Abraão (Gn 14:1,2), seria incrementada com o passar do tempo até o nível de conflitos mundiais, quando o fim se aproximasse (Mt 24:6,7).
O mesmo ocorre com os abalos sísmicos. A profecia prevê para o fim não só grandes terremotos, mas fala deles como ocorrendo em muitos lugares (Mt 24:7; Mc 13:8). Há um sentido de intensificação aqui. Estações sismológicas, implantadas em pontos estratégicos ao redor do mundo, registram a ocorrência de um milhão de vibrações sísmicas por ano, entre as quais há, em média, um terremoto de grandes proporções, 18 abalos significativos e cerca de 120 tremores considerados fortes.
Ilustrando a onda avassaladora dos terremotos de nossos dias, mencionamos um de 9 graus na escala Richter, ocorrido em 26 de dezembro de 2004 e que assolou o sudeste da Ásia, matando mais de 280 mil pessoas em 11 países; aquele que provocou as ondas gigantes (tsunamis), as quais também invadiram países da África Oriental. Esse foi considerado o mais longo da História, criando uma falha submarina de 1500 quilômetros, sacudindo o planeta. Diante do que o mundo testemunhou, as palavras de Ellen G. White soam pertinentes: "Nas últimas cenas da história terrestre... as águas do oceano transporão seus limites. Propriedades e vidas serão destruídas" [Eventos Finais, p. 24).
Logo em seguida (8 de janeiro de 2005), a região foi atingida por outro terremoto de intensidade menor (7.6 na escala Richter).
Último terremoto - Os noticiários dão conta que 2010 começou sacudindo nosso planeta. Nos primeiros 19 dias do ano, houve terremotos no Haiti, na Argentina, em Papua-Nova Guiné, no Irã, na Guatemala, El Salvador e Chile. Os tremores continuaram em fevereiro, culminando com outro terremoto no Chile, dessa vez de magnitude 8,8 na escala Richter, com um minuto de duração. Resultados: um milhão de prédios danificados numa área equivalente a 80% do território do país, e a mor te de 497 pessoas (dados até 8 de março/2010).
De fato, a instabilidade da Terra se acentua mais e mais no decorrer do tempo. Como disse o profeta: "a Terra está de todo quebrantada, ela totalmente se romperá, a Terra violentamente se moverá. A Terra cambaleiará como um bêbado, e balanceará como rede de dormir" (Is 24:19,20). A fragilidade do planeta continuará se intensificando até que o último e mais terrível de todos os terremotos ocorra, por ocasião da sétima praga; um terremoto "como nunca houve igual desde que há gente sobre a terra" (Ap 16:18).
Comentando os lances de destruição que se abatem sobre a Terra em virtude das novas circunstâncias do mundo geradas pelo dilúvio, Ellen G. White acrescenta: "Estas assombrosas manifestações serão mais e mais frequentes e terríveis precisamente antes da segunda vinda de Cristo e do fim do mundo, como sinais de sua imediata destruição... Manifestações mais terríveis do que as que o mundo jamais viu, serão testemunhadas por ocasião do segundo advento de Cristo... Unindo-se os raios do céu com o fogo na Terra, as montanhas arderão como uma fornalha, e derramarão terríveis correntes de lava, submergindo jardins e campos, vilas e cidades. Massas fervilhantes derretidas, ao serem arremessadas nos rios, farão com que as águas entrem em ebulição, arremetendo rochas maciças com indescritível violência, e espalhando seus fragmentos sobre a terra. Rios se tornarão secos. A Terra se convulsionará, por toda parte haverá tremendos terremotos e erupções" [Patriarcas e Profetas, p. 107-109).
Pelo poder da graça, precisamos fazer o preparo necessário para permanecermos de pé no dia final. E não esqueçamos: só em Deus há segurança. Ele é rocha, alto refúgio e salvação. Quem nEle confia pode dizer como Davi: "não serei jamais abalado" (Sl 62:6). Até mesmo no dia em que Jesus voltar.
JOSÉ CARLOS RAMOS, jubilado, foi professor de Teologia
Fonte - Revista Adventista - Jun/10 - p. 12-14
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Folha.com - Mundo - Tremores de grandes proporções atingem o Pacífico na região do Alasca - 24/06/2011
Folha.com - Mundo - Tremores de grandes proporções atingem o Pacífico na região do Alasca - 24/06/2011
"Um terremoto de magnitude 7.4 atingiu o Oceano Pacífico nesta quinta-feira à uma distância de 172 km ao leste de Atka, no Alasca, e uma profundidade de 40 km..."
"Um terremoto de magnitude 7.4 atingiu o Oceano Pacífico nesta quinta-feira à uma distância de 172 km ao leste de Atka, no Alasca, e uma profundidade de 40 km..."
sábado, 26 de março de 2011
sábado, 19 de março de 2011
SINAIS DOS TEMPOS SINCRONIZADOS
Olá, ontem no quadro Sinais dos Tempos do programa ao vivo Ponto de Encontro da Rádio Moema, fiz mais alguns comentários que gostaria de registrar aqui.
Sobre os 10 Sinais acesse o link do segundo post publicado abaixo deste. Vale a leitura.
Aguardo seu comentário.
Abs.
Sobre os 10 Sinais acesse o link do segundo post publicado abaixo deste. Vale a leitura.
- Escarnecedores: 2 Pedro3:3 e 4. Incluiria neste rol todos aqueles que defendem o evolucionismos com "escárnio", deboche, provocação àqueles que crêem no criacionismo. Muito recentemente patrocinaram a publicação da frase THERE´S PROBABILY NO GOD na lateral de ônibus em Londres. Posteriormente a mesma iniciativa foi abortada em Porto Alegre.
- Guerra: Mateus 24:6 e 7. A recente declaração de guerra da ONU à Líbia é mais um fato a ser pensado nessa perspectiva de sinais da volta de Cristo. Observem como um conflito interno de um pequeno mas estratégico país envolve, rapidamente, as principais nações do mundo. Existe a real possibilidade de França e EUA enviarem tropas e este país.
- Fome: Mateus 24:7. Calcula-se que o número de pessoas subnutridas no mundo esteja próximo de 1 bilhão. Acesse mapa da fome mundial. A cada ano 11 milhões de crianças morrem antes dos 5 anos, 53% destas mortes estão associadas à subnutrição (fonte: WFP-UN). Mais detalhes sobre a distribuição da fome pelo mundo clique aqui.
- Epidemias, pestes: Mateus 24:7. A maioria das traduções em português não inclui esta palavra no verso 7. King James explicita "there shall be famines, and pestilences, and earthquakes, in divers places". Algumas das epidemias que grassam no mundo, especialemente nas áreas mais pobres: pneumonia asiática, malária que mata 1 milhão de crianças afriacanas por ano, tuberculose, sarampo, AIDS e diarréia. Fonte: site do Dr. Drauzio Varela).
- Terremotos: Mateus 24:7. Recentemente tivemos o do Japão, um dos 4 mais fortes da humanidade. Em 2004 um tsunami matou mais de 200.000 pessoas. Veja gráfico da evolução dos terremotos em post mais abaixo.
- Tempos difíceis: 2 Timóteo 3:1-3. Nestes versos Paulo fala de tempos difíceis e depois passa a qualificar como seriam os homens dessa época. "Amarão mais aos prazeres do que a Deus" conclui. Basta abrir qualquer mídia noticiosa prá confirmar.
- Temor: Lucas 21:25 e 26. O temor que se seguiu ao terremoto e tsunami recente no Japão é exemplo. Teme-se no mundo inteiro a possibilidade de um acidente nuclear ainda mais grave do que o ocorrido. A luta pela preservação de várias usinas é enorme. Usinas nucleares espalhadas pelo mundo estão sob revisão. Sem contar o temor ao sairmos de casa diariamente! Mais uma atual: está na pauta do Obama conversar com a Dilma sobre a Paz Mundial...mandando atacar a Líbia...
- Dias de Noé: Mateus 24:37 a 39. Violência, imoralidade, pornografia, exploração sexual de menores...vemos isso todos os dias em todo o mundo.
- Evangelho: Mateus 24:14. Não há dúvida que a internet e suas ferramentas como as redes sociais (Twitter, Facebook, Orkut) estão tendo um enorme valor para espalhar a verdade por todo o planeta. Some-se a facilidade de comunicação pelos celulares, ipads, smathphones e tudo o mais que virá, teremos cada vez maior facilidade para expandir o conhecimento do evangelho. A IASD americana foi a igreja que mais cresceu nos EUA em 2010.
- Estas coisas: Lucas 21: 28 a 32. Aqui está a diferença. Todas "estas coisas" estão acontecendo simultanemente. Isoladamente sempre ocorrera. Todas juntas, nos parece, só agora.
Aguardo seu comentário.
Abs.
sábado, 12 de março de 2011
Estatísticas e Gráficos de Ocorrências de Terremotos no Mundo
Acesse e saiba mais sobre terremotos pelo Mundo.
Abs.
Abs.
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